icon-arrow

Cadastro finalizado com sucesso.

Sua farmácia já está cadastrada e aguarda aprovação da administração da ABRAFARMA para ser publicada.

Cadastro finalizado com sucesso.

Seu cadastro está finalizado com aprovação da administração da ABRAFARMA.

Cadastro EAD finalizado com sucesso.

Seu cadastro nos cursos livres está finalizado com aprovação da administração da Abrafarma.

Cadastro associado finalizado com sucesso.

Seu cadastro de associado está finalizado e aguarda aprovação da coordenação farmacêutica da sua empresa.

Pesquisa identifica os gatilhos da dor de cabeça no futuro

Scritta postou dia 30/04/2018 (atualizado 30 de Abril de 2018)


A pesquisa “O futuro da dor de cabeça”, encomendada pela Takeda, fabricante do analgésico Neosaldina®, e conduzida pela WGSN Mindset aponta as cinco tendências que mais influenciarão para as dores de cabeça no futuro. “É importante ressaltar que os gatilhos podem variar de indivíduo para indivíduo. Dessa forma, é preciso que a pessoa observe como o corpo reage aos diferentes estímulos da rotina”, destaca Dra. Célia Roesler, diretora da Sociedade Brasileira de Cefaleia e vice-coordenadora do Departamento Científico de Cefaleia da Academia Brasileira de Neurologia.

  1. A era da ansiedade: No Brasil, a Organização Mundial de Saúde estima que 9,3% da população sofra de ansiedade, o que coloca o país em primeiro lugar na lista dos que apresentam a patologia no mundo. Para combater esse cenário, é importante investir em momentos de interação social que proporcionem calma, espaços que propõem a redução da ansiedade e técnicas para aprimorar a qualidade do sono.
  2. Esgotamento cerebral: Em um mundo conectado, cada vez mais pessoas estão criando a cultura de distração, em que tentam prestar atenção em tudo ao mesmo tempo, mas não estão efetivamente concentradas. “A sobrecarga de informações, principalmente com o consumo de conteúdo digital, pode aumentar o estresse”, reforça a Dra. Célia.
  3. A dor da pós-verdade: Segundo o Oxford Dictionary – departamento da Universidade de Oxford responsável pela elaboração de dicionários –, a pós-verdade pode ser definida como a situação na qual os fatos têm menos influência na opinião pública do que a emoção e as crenças pessoais. Ou seja, as pessoas passam a tratar os fatos como opiniões, descartando aqueles que não gostam.
  4. Autoexigência: A busca pelo perfeccionismo é constante e contribui para o aumento da ansiedade, segundo estudo feito pela University of Bath e pela York St John University. Em paralelo, a população passa a associar o excesso de atividades e a produtividade ao sucesso pessoal e profissional. Tais autoexigências têm criado uma cultura do “perfeito”, o que é prejudicial à saúde, principalmente quando o assunto é alimentação.
  5. Barulho 2.0: Resultados da Organização Mundial da Saúde mostram que 3% dos ataques cardíacos e derrames fatais na Europa são causados pelo ruído do trânsito. “Além de prejudicar a audição, o barulho em excesso pode ocasionar distúrbios de sono e problemas psicológicos. As pessoas precisam garantir maneiras de ter momentos de silêncio em sua rotina, seja no ambiente de trabalho, na rua ou em casa”, completa a Dra. Célia.